As olarias de Boa Esperança

Em contradição ao bom senso, existem dentro dos limites da cidade fabricas de tijolos que vem poluir o ar de todos com fumaças nojentas e cancerigenas a qualquer hora do dia ou noite. Além de incomodar os cidadãos, essas fumaças nojentas são prejudicias à saúde. Parece que umas dessas olarias tem licença ambiental para operar, mas é requirido o uso de um filtro. Essa pega em flagrante não esta usando esse filtro. Mesmo com filtro não faz sentido de deixar poluir o ar de todos. Por lei federal o cidadão tem direito a o ar puro para respirar. As consequências na saúde são catastroficas e podem levar até o cancer. O argilo é bom para esse uso, então leva-o longe das residencias pelo menos e param de queimar lenha que todos somos obrigado a respirar! Registrei uma queixa hoje com a Policia Ambiental afim de documentar o abuso.

Olarias:

Definicão do wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Olaria)

Olaria (oficina de oleiro ou ceramista) é um local destinado a produção de objetos que utilizam o barro ou argila como matéria prima. Quando a produção destes objetos é em grande quantidade (em escala industrial), também podemos denominar uma olaria como sendo uma fábrica. Existe uma diversidade não muito grande de peças ou objetos fabricados em uma olaria e salvo exceções, o produto final corresponde a tijolos, manilhas, telhas ou louças

A oficina de oleiro é considerada a mais antiga das indústrias, isto porque a humanidade, na pré-história, começou a substituir os vasos de cerâmica pelos vasilhames (utensílios domésticos) feitos de porongos, cocos e cabaças, entre outras cascas utilizados para o armazenamento de alimentos.

A manufatura de objetos do barro e o surgimento de oficinas de oleiro ocorreu no período neolítico, quando os povos ou sociedades iniciam a confecção de instrumentos mais sofisticados para sanar o problema do armazenamento ou do preparo dos produtos oriundos da produção agropastoril, principal característica da revolução neolítica.

No Brasil

A técnica da queima do barro ou terra queimada (do grego "kéramos") já era de conhecimento dos índios aborígines que viviam nas terras do atual território brasileiro e quando os portugueses colonizaram a então Ilha de Vera Cruz, nada de novo trouxeram, restringindo-se apenas a estruturar e concentrar a mão-de-obra. A modernização da técnica no Brasil colônial ocorreu com a ajuda dos padres jesuítas, que transformam o rudimentar processo numa produção seriada, quando introduzem o uso dos tornos e das rodadeiras.


 
   

 

 



 

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